Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas
por um riacho, entraram certa vez em conflito. o que começara com
um pequeno mal-entendido finalmente explodiu numa troca de
palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.
numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta. era um
carpinteiro com uma caixa de ferramentas procurando por trabalho.
- tenho trabalho para você - disse o fazendeiro. - está vendo
aquela fazenda além do riacho? É do meu irmão. quero que construa
uma cerca bem alta para que eu não precise mais vê-lo.
- entendo a situação - disse o carpinteiro. - farei um trabalho que
o deixará satisfeito.
o fazendeiro foi até a cidade e deixou o carpinteiro trabalhando.
quando o fazendeiro retomou, seus olhos não podiam acreditar no
que viam. não havia cerca nenhuma! em seu lugar havia uma ponte
ligando um lado ao outro do riacho. ao erguer os olhos para a ponte,
viu seu irmão aproximando-se da outra margem, correndo de braços
abertos. correram um na direção do outro e abraçaram-se no meio
da ponte. emocionados, viram o carpinteiro arrumando suas
ferramentas para partir.
- não, espere! - disse o mais velho. - fique conosco mais alguns
dias. tenho muitos outros projetos para você.
e o carpinteiro respondeu:
- adoraria ficar, mas tenho muitas outras pontes para construir.
dessa história extraímos duas lições:
A primeira é que podemos ser pessoas que constroem barreiras
ou pontes. particularmente, prefiro construir pontes, pois elas
significam a união e a conciliação. as barreiras simbolizam a
resistência e o impedimento de meu próprio desenvolvimento.
a segunda lição é que, mesmo sendo contratados para construir
barreiras, podemos ter uma atitude como a do carpinteiro e
construir pontes em vez de fortalezas.
as pessoas, no fundo do coração, querem isso de nós.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Conselho para ser Feliz
Para sermos felizes em todas as áreas, devemos perceber que isso exige de nós uma mudança. E como todos já sabem, mudar não é tão fácil.
De repente, você foi habituada a não confiar em ninguém, porque no passado, se decepcionou com alguém.
De repente, você não amplia as suas amizades, porque está satisfeita com aquela que se identifica bastante!
De repente, já não curte seus familiares ou amigos: está muito ocupado com suas obrigações e tarefas.
De repente, se sente perdido com tantos afazeres - não sabe por qual começa.
De repente, está até rodeado por amigos e pessoas que prestam serviço a você, e mesmo assim vive reclamando do que falta por fazer – nunca, em nenhuma hipótese, reconhece qualquer esforço que ele ou ela fez por você.
O que você acha que vai alcançar sendo assim?
Nada em absoluto! Pois não existe nenhum investimento da sua parte!
E para se ter algum investimento, tem que se “perder” do outro lado. É perder uma “garantia”. E aí está a questão, muitos não querem investir, porque tem medo de perder o que tem.
Como posso experimentar algo melhor se não arrisco? Como posso ser melhor, ou mais feliz, se não quero correr nenhum risco?
Quando foi que a sensação de bem estar nos levou a algo maior?
Deixo esta pergunta para que você medite, e seja independente, de tudo que pode te levar a uma acomodação.
Sem o “dar”, não existe o sucesso.
Etiquetas: arriscar, dar, felicidade, mudar
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